POLÍCIA
Irmãos mort0s em chacina na AM-010 tinham passagem por tráfico de drogas
O caso da chacina que acorreu no ramal Águas Claras, próximo à AM-10 e atrás da reserva Adolpho Ducke, onde quatro pessoas foram executadas dentro de um carro, apresenta novas informações que ajudam a montar o quebra-cabaça por detrás das investigações.
Duas das vítimas encontras mortas foram identificados como Lilian Daiane Máximo Gemaque e Diego Máximo Gemaque, que eram irmãos, já foram julgados e presos por tráfico de drogas em casos distintos.
O desdobramento pode ajudar a montar o quebra-cabeça do que possa ter acontecido durante a madrugada de terça (21) pra quarta-feira, após abordagem policial que os irmãos passaram ao lado do casal de amigos, Valéria Luciana e Alexandre do Nascimento Melo, ao qual este era filho de policial militar.
Cena do crime
As balaclavas (máscaras pretas) deixadas pelos assassinos nas cabeças de duas das quatro vítimas, além dos projeteis de bala, utilizados na execução no ramal Águas Claras, rodovia AM – 010, podem ser peças-chave para desvendar crime.
A balaclava costuma ser um acessório muito utilizando tanto por integrantes de facções criminosas organizadas quanto por milícias que buscam esconder a identidade durante atos ilícitos. Duas balaclavas cobriam as cabeças de Alexandre do Nascimento e de sua esposa Valéria Luciana Pacheco.
O Departamento de Polícia Técnico Científico (DPTC) já realizam as análises forenses para identificar qualquer rastro de DNA dos criminosos que possa ser utilizado como evidência para contribuir com as investigações. Outro material que também será levado em consideração, é o calibre dos projéteis encontrados na cena do crime, dirá quais armas foram usadas no crime.
Confira trecho dos processos:
Portal CM7