POLÍCIA

Detentos se recusam a sair das celas e solicitam presença dos direitos humanos e juíz em presídios do AM

Publicado

on

Detentos que cumprem pena em regime fechado em presídios do Amazonas – Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM-1), Centro de Detenção Provisória de Manaus (CDPM – 2), Complexo Prisional Anísio Jobim (Compaj), Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) e Centro de Detenção Feminino (CDF), realizaram uma paralisação se recusando a sair de suas celas deste as primeiras horas desta segunda-feira (13), de acordo com os familiares os detentos reivindicam melhorias em relação ao tratamento que estão recebendo nas cadeias públicas do Amazonas.

Por meio de um grupo de familiares do WhatsApp tivemos informações a respeito dessas reivindicações que vão da comida que é servida de acordo com os relatos de péssima qualidade e os maus tratos que os detentos vem sofrendo dentro das unidades prisionais.

Os manifestantes solicitam a presença do direitos humanos e do juíz Luiz Carlos Valois, para que possa intermediar as negociações.

Ainda com o relato dos familiares uma das maiores queixas é sobre a visita que antes era na semana e não era agendada. Atualmente, o familiar precisa agenda com um mês de antecedência, outra reivindicação é a respeito da comida que é servida e os remédios para tratamento de saúde dos detentos que não ocorre se acordo com a família.

A manifestação é por tempo indeterminado. As famílias informaram ainda que por conta, dessa paralisação dos detentos, as visitas que seriam realizadas nessa segunda-feira (13), foram suspensas e muitas famílias estão do lado de fora do presídio, aguardando uma resposta.

“Detento é gente, está pagando pelo erro que cometeu, precisa ser tratado como ser humano e não como animal” comenta uma familiar que preferiu não se identificar

Até o momento a Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP), não se pronunciou a respeito das reivindicações dos detentos e suspendeu as visitas do dia de hoje em todas as unidades prisionais.

Clique para comentar
Sair da versão mobile