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Veja o momento da luta que deixou Prichard Colón em estado vegetativo

O ex-boxeador morreu nesta quinta-feira (13), aos 33 anos, após passar cerca de 11 anos em estado vegetativo

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Foto: Reprodução Rede X

EUA – No dia 17 de outubro de 2015, a promissora trajetória do pugilista porto-riquenho Prichard Colón tomou um rumo trágico na EagleBank Arena. Durante uma luta contra Terrel Williams, Colón sofreu golpes na nuca e começou a apresentar tontura e náuseas. O ex-boxeador morreu nesta quinta-feira (13), aos 33 anos, após passar cerca de 11 anos em estado vegetativo devido a grave lesão sofrida durante a luta.

O atleta foi levado ao hospital e diagnosticado com um hematoma subdural. Mesmo após passar por cirurgia, ele ficou 221 dias em coma e, depois de acordar, permaneceu em estado vegetativo.

O que deveria ser mais um degrau rumo ao topo do boxe profissional se  transformou em uma das páginas mais dolorosas da história recente do esporte, expondo as graves consequências da violência desmedida e das falhas na arbitragem.

Naquela noite, Colón entrou no ringue Ostentando um cartel expressivo de 16 vitórias (13 por nocaute) e apenas uma derrota. O combate, contudo, ficou marcado por uma sucessão de irregularidades. O afversário Terrel Williams deferiu mais de dez golpes de coelho (golpes ilegais na região da nuca) no atleta porto-riquenho.

Apesar das constantes queixas de Prichard sobre as dores intensas e a ilegalidade dos ataques, o árbitro Joe Cooper falhou em sancionar o oponente a tempo. Em um dos momentos mais controversos da luta, diante do apelo do pugilista, o árbitro respondeu com desdém:

“Você cuide disso.”

Após a interrupção da luta no nono assalto, Colón apresentou tonturas e tonturas seguidas de vômitos no vestiário, perdendo a consciência em seguida. Levado às pressas ao hospital, os exames revelaram um grave hematoma subdural.

Submetido a uma cirurgia neurológica de emergência para drenar o sangramento no cérebro, Prichard Colón permaneceu 221 dias em coma. O trauma infligiu lesões cerebrais irreversíveis, afastando-o permanentemente dos ringues e mudando drasticamente a rotina de sua família.

Desde que recebeu alta, Colón vivia em uma cadeira de rodas e depende de cuidados intensivos e diários para todas as suas necessidades básicas.

Veja o momento:


Fonte: D24am

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Mantido por Jhony Souza