POLÍTICA
Com Lula, Brasil pode virar a ‘Disneylândia’ do crime
Quem não se lembra das cenas em que traficantes armados de fuzis comemoravam – e registravam em vídeo – a vitória de Lula (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais do ano passado?
À época, o fato ganhou as redes sociais e gerou crítica dos opositores. Mas também foi devidamente abafado pela grande mídia militante e pela própria esquerda.
Acontece que as últimas decisões do governo petista indicam que, talvez, a tal celebração não tenha sido em vão.
Pode ter sido em tom de comemoração por “mais liberdade” para o crime.
A impressão que dá, com diversas medidas tomadas pelo governo Lula, é que o Brasil está se tornando um verdadeiro parque de diversões para os bandidos.
Decreto de armas
Prova disso foi a revogação do decreto de armas, publicado durante o governo anterior.
Logo no primeiro dia de mandato, Lula editou um novo decreto que revogou uma série de normas que facilitavam e ampliavam o acesso da população a armas de fogo e munição.
E não precisa ser muito inteligente para concluir que isso dificulta o acesso a armas somente dos cidadãos de bem, já que a bandidagem continuará com seus arsenais contrabandeados.
Prazo para cadastro
Já no início deste mês de fevereiro, uma portaria publicada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública determinou que proprietários de armas têm 60 dias para fazer um cadastro eletrônico dos equipamentos no Sistema Nacional de Armas (Sinarm), disponibilizado pela Polícia Federal.
A medida vale para todas as armas – ou seja, as de uso restrito e de uso permitido – adquiridas após decreto de Bolsonaro em maio de 2019.
CACs
A medida impacta diretamente os CACs (caçadores, atiradores e colecionadores), que não precisavam cadastrar suas armas no Sinarm e podiam ter até 60 armas.
Eles registravam no Exército, que utiliza o Sistema de Gerenciamento Militar de Armas (Sigma).
Números
Para se ter uma ideia do impacto da medida, nos últimos quatro anos o Sigma recebeu o registro de 904 mil armas de CACs, que terão de ser agora cadastradas no Sinarm, considerado mais rigoroso e com maior controle.
Isso, além de dificultar quem já possui, vai ser um empecilho para quem deseja adquirir um armamento.
Blindagem
O decreto de Lula também impactou o serviço de blindagem de automóveis no Brasil, já que o “revogaço” derrubou juntamente com as demais normas as regras que regulamentavam o serviço.
Assim como a venda de armamentos, a blindagem de veículos é monitorada pelo Exército e segundo entidades do setor, sem normas para que as empresas não cometam irregularidades e sejam acusadas de atuação ilegal, muitas decidiram paralisar as atividades.
No ano passado, cerca de 25 mil veículos foram blindados no País.
Prática comum
A blindagem de veículos é uma prática comum, sobretudo nas grandes cidades.
É uma maneira que os cidadãos com maior poder aquisitivo encontraram para não ficarem tão vulneráveis à criminalidade.
A decisão, mais uma vez, facilita o crime e coloca em risco as pessoas.
Auxílio-reclusão
E para fechar com chave de ouro o “pacote de bondades” ao crime e tornar o Brasil uma “Disneylândia” para bandidos, o governo Lula reajustou em 5,93% o auxílio-reclusão, um benefício que pode ser pago pelo INSS aos familiares de quem cumpre prisão em regime fechado.
O valor ficou em R$ 1.302 reais e foi alterado em função da variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Fonte: Portal Direto ao Ponto
