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Protagonismo de Cileide Moussalem na defesa das mulheres enfrenta ataques e tentativas de deslegitimação

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Nos últimos anos, o trabalho da presidente da Virada Feminina do Amazonas, Cileide Moussalem, tem se consolidado como uma das principais vozes na defesa dos direitos das mulheres no Amazonas.

Com atuação voltada ao enfrentamento da violência contra a mulher, acolhimento de vítimas e fortalecimento da rede de proteção feminina, a Virada Feminina tem alcançado números expressivos. Somente em 2025, mais de 5 mil mulheres foram impactadas diretamente por ações, eventos, orientações e iniciativas promovidas pelo movimento.

O protagonismo de Cileide Moussalem nesse processo transformou a Virada Feminina em um espaço de acolhimento, escuta e fortalecimento para mulheres que buscam apoio diante de situações de violência, vulnerabilidade ou invisibilidade social.

No entanto, junto com a visibilidade e o crescimento do trabalho, também vieram os ataques.

Nos últimos dias, Cileide Moussalem tem sido alvo de uma série de críticas e ataques nas redes sociais, muitos deles direcionados não apenas à sua atuação pública, mas também à sua vida pessoal e à sua família. O tom das manifestações tem sido apontado por apoiadores como marcado por misoginia, desinformação e tentativas de descredibilizar sua trajetória.

Para integrantes da Virada Feminina e mulheres que acompanham o movimento, trata-se de um cenário preocupante, no qual uma liderança feminina que atua na linha de frente da defesa de direitos passa a ser alvo de tentativas de desqualificação pública.

Outro aspecto que chama atenção é que parte desses ataques tem partido de outras mulheres, algo que reforça a complexidade das disputas no ambiente político e social. Para apoiadoras de Cileide, há indícios de que algumas dessas críticas estariam sendo estimuladas por interesses políticos, numa estratégia de desgaste de sua imagem e de enfraquecimento do trabalho desenvolvido pela Virada Feminina.

Mesmo diante das críticas e ataques, o movimento segue mobilizado. Mulheres que participaram das ações da Virada Feminina têm manifestado publicamente apoio à liderança de Cileide Moussalem e ao trabalho desenvolvido pela organização.

Para muitas delas, os números falam por si: mais de cinco mil mulheres atendidas em apenas um ano, além de eventos, campanhas e ações de conscientização voltadas à prevenção da violência e ao fortalecimento da autonomia feminina.

Diante do cenário, Cileide Moussalem segue mantendo a agenda de atividades e reafirmando o compromisso com a defesa das mulheres.

Para apoiadoras do movimento, o momento exige ainda mais união.

“A luta contra a violência contra a mulher não pode ser enfraquecida por ataques ou disputas. O que precisa prevalecer é o compromisso com a proteção e a dignidade das mulheres”, afirmam integrantes da Virada Feminina.

Em meio às críticas e tentativas de deslegitimação, o trabalho segue. E, para quem acompanha de perto o movimento, a resposta mais forte continua sendo aquela construída diariamente: apoio, acolhimento e transformação na vida de milhares de mulheres.

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Mantido por Jhony Souza