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Projeto “VIVA + INCLUSÃO NA UEA” promove saúde, movimento e integração da comunidade acadêmica

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Movimentar o corpo também é uma forma de fortalecer vínculos, promover acolhimento e construir uma universidade cada vez mais inclusiva. Foi com esse propósito que a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) realizou, na quinta-feira (11/6), atividade inaugural do projeto de extensão “VIVA + INCLUSÃO NA UEA: Atividade Física para Todos”, reunindo participantes em uma tarde dedicada ao bem-estar, à convivência e ao incentivo à prática de atividades físicas.

A primeira atividade oficial do projeto foi realizada na sede da Unidade de Desenvolvimento Docente e Apoio ao Ensino (Uddae) e marcou o início de uma ação que une saúde, acessibilidade e inclusão social em benefício da comunidade acadêmica e da sociedade.

Coordenado pela Prof.ª Dra. Sheila Moura, com subcoordenação da Prof.ª Ma. Eliana Gomes da Silva e Prof.ª Dra. Vilma da Silva Melo, o projeto é vinculado ao Núcleo de Inclusão de Pessoas com Necessidades Específicas (NIPNE/UEA) e nasceu a partir da identificação da necessidade de ampliar ações voltadas ao combate ao sedentarismo, à promoção da saúde física e mental e ao fortalecimento da qualidade de vida.

A coordenadora do projeto, Prof.ª Dra. Sheila Moura, afirma que a iniciativa surgiu a partir das demandas identificadas pelo NIPNE-ESA, relacionadas à promoção da saúde, qualidade de vida, bem-estar e inclusão social de estudantes.

“Observamos que muitos acadêmicos enfrentam desafios que vão além das questões pedagógicas, como sedentarismo, estresse, isolamento social e a intensa rotina de estudos. Nesse contexto, o projeto foi criado como uma estratégia de acolhimento, integração e promoção da saúde por meio da atividade física”, disse.

Para a subcoordenadora Prof.ª Ma. Eliana Gomes da Silva a atividade física é uma importante ferramenta de inclusão, pois favorece a convivência, a interação social, o sentimento de pertencimento e o fortalecimento dos vínculos entre os participantes.

“Além dos benefícios físicos, contribui para a saúde mental, reduz a ansiedade e o estresse, melhora a autoestima e a qualidade de vida. Para estudantes com deficiência, necessidades específicas e estudantes indígenas, essas ações proporcionam oportunidades de interação, socialização, troca de experiências culturais e participação ativa na vida universitária”, comentou.

Ação contínua

Ao longo de 12 meses, a iniciativa promoverá encontros semanais com atividades como caminhada orientada, treinamento funcional adaptado, circuitos cardiovasculares, exercícios de equilíbrio, alongamento terapêutico, atividades rítmicas e técnicas de relaxamento, envolvendo estudantes, docentes, técnicos administrativos, pessoas com deficiência, estudantes indígenas e comunidade externa em um espaço de convivência inclusivo e intercultural.

As atividades do projeto são gratuitas e abertas a toda a comunidade acadêmica da UEA. Informações sobre o cronograma dos próximos encontros e formas de participação podem ser obtidas por meio do Instagram do NIPNE (@nipne.esauea) ou pelo telefone (92) 99508-1263.

A coordenadora da Uddae, Prof.ª Dra. Adriana Taveira, destacou a importância do apoio ao projeto e ressaltou o compromisso da gestão superior da UEA com iniciativas que promovem saúde, inclusão e qualidade de vida no ambiente universitário.

“A Uddae tem a satisfação de apoiar uma iniciativa que dialoga diretamente com o cuidado integral da nossa comunidade acadêmica. O projeto representa um importante passo na construção de uma universidade mais acolhedora, acessível e comprometida com o bem-estar de seus estudantes e servidores”, finalizou.

Fonte: UEA

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