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Sem verbas públicas, mas com coragem: Cileide Moussallem se consolida como referência nacional na defesa das mulheres

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Em um cenário onde muitas mulheres ainda enfrentam abandono institucional, silêncio e violência, um nome tem se consolidado como porta-voz, acolhimento e resistência no Amazonas: Cileide Moussallem, presidente estadual da Virada Feminina.

Ao longo de 2025, Cileide foi incansável na luta pelos direitos, pela defesa e pela garantia de proteção às mulheres amazonenses, construindo uma atuação que ultrapassou fronteiras e ganhou destaque em nível nacional e internacional, justamente por nascer da prática, do acolhimento real e da coragem de enfrentar estruturas que falham diariamente com quem mais precisa.

Uma liderança que age onde o Estado não chega

Sem apoio de verbas públicas, sem patrocínio político e sem estrutura governamental, Cileide Moussallem transformou a Virada Feminina no Amazonas em uma das principais portas de escuta e acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade.

São mulheres vítimas de violência física, psicológica, moral, institucional; mães solo; mulheres invisibilizadas ; mulheres adoecidas emocionalmente; mulheres que já não acreditavam mais em ajuda alguma e que encontraram na Virada Feminina algo raro: escuta, respeito e ação concreta.

Somente em 2025, mais de 5.000 mulheres foram atendidas diretamente por meio das ações da Virada Feminina no Amazonas, entre acolhimentos, encaminhamentos, apoio psicológico, orientação jurídica, capacitação e incentivo ao empreendedorismo feminino.

Defesa firme, mesmo sob ataques

O trabalho de Cileide nunca foi confortável para quem se beneficia do silêncio. Por isso, sua atuação também passou a ser alvo de ataques de adversários políticos, críticas orquestradas e páginas financiadas com recursos públicos, incomodadas por uma mulher que não pede permissão para defender outras mulheres.

Ainda assim, Cileide não recuou. Pelo contrário: seguiu exercendo seu papel com mais firmeza, reafirmando que sua lealdade é com as mulheres que precisam ser vistas, não com interesses políticos ou narrativas convenientes

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A crise que virou denúncia de humanidade

Neste início de ano, a presidente da Virada Feminina voltou a se posicionar com coragem ao entrar na defesa de uma mulher que foi exposta publicamente durante uma crise psicótica, transformada em alvo de julgamentos e espetacularização.

Enquanto muitos optaram pela exposição, Cileide escolheu o caminho mais difícil — e mais humano: denunciar a violência, cobrar responsabilidade e defender o direito ao cuidado, à dignidade e à saúde mental.

A atuação da Virada Feminina nesse caso foi decisiva para mudar o rumo da situação, trazendo o debate para o lugar correto: não era entretenimento, era sofrimento humano.

Referência nacional construída na prática

A trajetória de Cileide Moussallem hoje é reconhecida como referência nacional em ativismo feminino baseado em ação real, não apenas em discursos. Sua liderança inspira outras mulheres, fortalece redes e mostra que é possível transformar realidades mesmo sem estrutura estatal quando há propósito, coragem e compromisso social.

Cileide Moussallem foi destaque em uma edição da revista internacional HR Magazine, que retrata sua trajetória marcada por fé, coragem e atuação social voltada ao acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade. 

Aos 58 anos, formada em Publicidade, mãe de quatro filhos e casada há três décadas, Cileide construiu uma carreira sólida no empreendedorismo e na comunicação. No entanto, segundo a publicação, seu principal legado está fora dos cargos e títulos formais: no trabalho contínuo de apoio a mulheres vítimas de agressões, violência doméstica e abandono.

A Virada Feminina no Amazonas tornou-se, sob sua condução, um movimento de impacto, credibilidade e confiança, provando que quando mulheres se unem para cuidar umas das outras, elas constroem aquilo que o poder público muitas vezes falha em oferecer: proteção, dignidade e esperança.

Cileide Moussallem não ocupa apenas um cargo.

Ela ocupa um espaço histórico: o de mulher que escolheu não se calar quando milhares precisavam ser ouvidas.

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Mantido por Jhony Souza