NACIONAL
Lutador japonês leva golpe no Mercadão e paga R$ 95 por dois kiwis
Lutador japonês se surpreendeu com valor cobrado por dois kiwis no Mercadão de São Paulo durante sua viagem no Brasil
O lutador japonês Yujiro Kushida, ex-WWE (World Wrestling Entertainment) e campeão de luta livre, foi vítima do “golpe da fruta” no Mercadão Municipal de São Paulo, no centro da capital paulista, durante sua estadia no Brasil. Ele utilizou suas redes sociais para relatar a pequena surpresa: os vendedores cobraram R$ 95 por dois kiwis.
“Fui cobrado R$ 95 (3000 Ienes) por 2 kiwis. Eu tinha muitas amostras, então não podia dizer não. Foi o mesmo preço do camarão à vontade no lugar que visitei ontem à noite, mas será que os brasileiros estão pagando o preço certo por isso?”, comentou Kushida.

Em sua publicação, usuários alertaram que ele caiu em um golpe considerado antigo aos que já frequentaram o Mercadão. Apesar do episódio, seguidores do lutador aproveitaram para sugerir algumas soluções. “Kushida-san, espero que quando voltar, você enfrente o dono da barraquinha de frutas em uma No DQ match”, disse um.
No vídeo mais recente postado nessa terça-feira (11/8) no perfil da Brazilian Wrestling Federation (BWF), o lutador japonês comentou que ficou feliz por visitar o país, disse que gostaria de voltar e voltou a brincar com o episódio. “Não imaginava que o kiwi fosse tão caro no Brasil. Não tenho mais dinheiro. Adeus”.
Golpe da fruta é velho conhecido
Em entrevista ao Metrópoles em 2023, o gestor do Mercadão Municipal de São Paulo, Aldo Bonametti, explicou as políticas adotadas durante sua gestão para coibir o chamado “golpe da fruta”, quando clientes são coagidos a comprar os itens por preços muito mais altos do que o comum.
“O consumidor faz a reclamação e a gente notifica o vendedor para que recomponha o consumidor. Outra coisa é o preço: ninguém é obrigado a comprar ou a concordar. Como não posso tabelar o preço, pedi para o atacado, que vende mais barato, abrir mais cedo e assim criar uma competição sadia com o varejo. Mas qualquer problema que houver pode ser relatado”, disse à época.
Fonte: Metrópoles
