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POLÍCIA

Polícia apreende 1,3 tonelada de skunk avaliada em R$ 27,6 milhões no AM

Droga foi encontrada em sítio às margens do rio Negro, em Novo Airão; dois suspeitos fugiram durante a operação policial

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Foto: Nilton Ricardo/A CRÍTICA
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Aproximadamente 1,3 tonelada de maconha do tipo skunk, avaliada em R$ 27,6 milhões, foi apreendida na terça-feira (20/10), em quatro pontos distintos de uma área de mata de um sítio às margens do rio Negro, na comunidade Aracari, zona rural de Novo Airão (município distante 115 quilômetros de Manaus). Dois suspeitos fugiram.

A ação, coordenada pelo Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc), em conjunto com a 77ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Novo Airão, a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) e a Secretaria-Executiva Adjunta de Inteligência (Seaint), foi deflagrada após informações de que o local seria utilizado por ‘colombianos’ para armazenar drogas vindas da Colômbia.

“Tínhamos investigação em relação a alguns colombianos que atuam no tráfico de drogas na calha do Rio Negro. A partir daí conseguimos desenvolver um trabalho e localizar um sítio na comunidade do Aracari. Com informações da Seaint foi possível então ter o local exato onde essa droga estava escondida”, detalhou o delegado Rodrigo Torres, diretor do Denarc.

O diretor do Denarc, Rodrigo Torres, falou sobre a apreensão. Foto: Nilton Ricardo/A CRÍTICA

As investigações apontam que o local, considerado estratégico para o tráfico de drogas, seria utilizado por traficantes para armazenar entorpecentes, que posteriormente seriam transportados para Manaus, além de outros municípios e estados da Federação.

“Duas pessoas conseguiram fugir. É uma área estratégica na qual eles conseguem observar qualquer pessoa que se aproxima, além da aproximação das polícias. Isso não impediu que o trabalho fosse realizado e fosse localizada essa grande quantidade de drogas. Foi uma ação que durou cerca de 18 horas para a retirada do material da área de mata até a delegacia de Novo Airão e, posteriormente, o transbordo até a capital”, salientou Torres.

Ainda de acordo com o delegado, os entorpecentes apreendidos nesta operação têm origem na Colômbia e entram em território brasileiro pela fronteira, sendo transportados para Manaus através das calhas dos rios até chegar ao seu destino final.

“Quando essa droga chega até a capital, parte dela fica. Mas boa parte dela é exportada principalmente para a região Nordeste, nos estados do Ceará e Paraíba”, concluiu.

Fonte: A Crítica

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