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Coach Hatus Silveira nega envolvimento com ketamina e expõe relação com família de Djidja Cardoso

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No 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), nesta terça-feira (04), o coach Hatus Silveira esclareceu detalhes sobre sua relação com a família de Djidja Cardoso antes de depor para a Polícia Civil. Negando categoricamente ter introduzido o uso de ketamina, ele reafirmou a suspeita de uma possível ‘seita’ ligada à droga.

Silveira falou à imprensa, iniciando sua declaração enfatizando que sua conexão com a família de Djidja era puramente profissional, começando em 2019. Ele explicou que conheceu Djidja por meio de seu ex-companheiro, Bruno Roberto, e começou a treinar tanto a empresária quanto seu irmão, Ademar Cardoso Neto. No entanto, por questões pessoais, ele se afastou da família.

Em janeiro deste ano, segundo Hatus, Ademar o procurou para cuidar do físico de sua então companheira, Audrey Schotii, alegando que ela não estava recebendo os cuidados adequados no hospital. Ao se deparar com a condição de Audrey, Silveira disse ter ficado chocado.

Além disso, ele reiterou ter sido injetado com ketamina sem consentimento em janeiro, o que resultou em outro rompimento com a família Cardoso.

Condenação por venda de anabolizantes

O coach, aos 29 anos, tem uma condenação por venda ilegal de anabolizantes, ocorrida em 2015, mas ele não foi preso, e sua pena foi convertida em serviços comunitários. Hatus explicou que isso aconteceu quando ele treinava uma equipe de fisiculturismo e que adquiria as substâncias na farmácia, sem receita médica.

Apesar disso, ele negou ter introduzido o uso ilegal de qualquer substância para Ademar, Djidja ou a mãe deles, Cleusimar Cardoso, e afirmou que nunca mais esteve envolvido com anabolizantes.

Testemunho sobre a suposta seita religiosa

Hatus afirmou ter presenciado reuniões da suposta seita religiosa que fazia uso excessivo de ketamina na residência da família Cardoso, no bairro Cidade Nova. Ele admitiu ter assistido a vídeos sobre religião, mas enfatizou não ter interesse em usar o anestésico veterinário.

Enquanto se prepara para ser ouvido pelo titular do 1º DIP, Cícero Túlio, durante a tarde, Hatus destacou que optou por não denunciar o uso das drogas, pois considerou que era um problema que a família deveria resolver internamente.

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Mantido por Jhony Souza